Chão de Fabrica
No chão da fabrica não existe democracia, esse Blog é um espaço para que os trabalhadores opinem sobre as lutas no chão da fabrica.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Manifesto em defesa de Pedro Quezada
Na cidade de Valparaíso, no dia 28 de junho, próxima quinta-feira, vai acontecer uma nova audiência do processo criminal contra Pedro Quezada. O estudante chileno, preso em 28 março, está sendo acusado por ter supostamente lançado uma bomba “coquetel molotov” em direção aos “carabineros”, pelotão especial das forças policiais chilenas. As autoridades determinaram 80 dias de investigação, mas não permitiram que o estudante pudesse se defender em liberdade, alegando que o mesmo é um perigo para a sociedade, mesmo depois que a perícia técnica demonstrou que ele não havia manipulado nenhum tipo de artefato incendiário no dia de sua detenção.
Pedro Quezada foi preso, junto com mais 67 colegas, após um ato dos estudantes da Universidade de “Playa Ancha”, quando os famosos carabineros invadiram ilegalmente o campus para reprimir a manifestação, ferindo totalmente o princípio da autonomia universitária. Esses acontecimentos são parte da política do governo Piñera de criminalização dos movimentos sociais e, principalmente, do movimento estudantil, que faz uma luta histórica e heróica há mais de um ano por educação pública, gratuita e de qualidade.
Lutas em defesa da educação estão acontecendo em diversas partes do mundo, demonstrando que a juventude e os trabalhadores não vão permitir que os governantes ataquem nosso direito ao ensino de qualidade. Chile, Espanha, Canadá e, agora, Brasil. Muitas línguas, mas uma única voz em defesa da educação.
As organizações – entidades estudantis, sindicais e movimentos sociais – que assinamos este manifesto exigimos do governo Piñera a libertação imediata do estudante Pedro Quezada. Da mesma forma, repudiamos qualquer perseguição, repressão ou prisão dos ativistas chilenos que estão mobilizados na luta contra a privatização da educação pública em seu país.
Liberdade imediata para Pedro Quezada!
Educação não é mercadoria!
Muitos jovens, uma só luta!
Na cidade de Valparaíso, no dia 28 de junho, próxima quinta-feira, vai acontecer uma nova audiência do processo criminal contra Pedro Quezada. O estudante chileno, preso em 28 março, está sendo acusado por ter supostamente lançado uma bomba “coquetel molotov” em direção aos “carabineros”, pelotão especial das forças policiais chilenas. As autoridades determinaram 80 dias de investigação, mas não permitiram que o estudante pudesse se defender em liberdade, alegando que o mesmo é um perigo para a sociedade, mesmo depois que a perícia técnica demonstrou que ele não havia manipulado nenhum tipo de artefato incendiário no dia de sua detenção.
Pedro Quezada foi preso, junto com mais 67 colegas, após um ato dos estudantes da Universidade de “Playa Ancha”, quando os famosos carabineros invadiram ilegalmente o campus para reprimir a manifestação, ferindo totalmente o princípio da autonomia universitária. Esses acontecimentos são parte da política do governo Piñera de criminalização dos movimentos sociais e, principalmente, do movimento estudantil, que faz uma luta histórica e heróica há mais de um ano por educação pública, gratuita e de qualidade.
Lutas em defesa da educação estão acontecendo em diversas partes do mundo, demonstrando que a juventude e os trabalhadores não vão permitir que os governantes ataquem nosso direito ao ensino de qualidade. Chile, Espanha, Canadá e, agora, Brasil. Muitas línguas, mas uma única voz em defesa da educação.
As organizações – entidades estudantis, sindicais e movimentos sociais – que assinamos este manifesto exigimos do governo Piñera a libertação imediata do estudante Pedro Quezada. Da mesma forma, repudiamos qualquer perseguição, repressão ou prisão dos ativistas chilenos que estão mobilizados na luta contra a privatização da educação pública em seu país.
Liberdade imediata para Pedro Quezada!
Educação não é mercadoria!
Muitos jovens, uma só luta!
Liberdade para PEDRO QUEZADA, ENVIAR URGENTE
A EDUCAÇÃO NÃO SE VENDE, A JUVENTUDE NÃO SE RENDE A LIBERDADE NÃO SE PRENDE: LIBERDADE IMEDIATA PARA PEDRO QUEZADA!!!
A EDUCAÇÃO NÃO SE VENDE, A JUVENTUDE NÃO SE RENDE A LIBERDADE NÃO SE PRENDE: LIBERDADE IMEDIATA PARA PEDRO QUEZADA!!!
José Dias de
Freitas Jr.
Militante do
PSTUMetalúrgico na Robert Bosch Campinas SP
Membro da CIPA Gestão 2012/2013
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Sindicato dos metalúrgicos do ABC e Taubaté empurra “goela abaixo” pacote de maldades contra os trabalhadores.
Companheiros e companheiras não da pra aceitar uma situação dessas, os trabalhadores da Volkswagen de São Bernardo do Campo e Taubaté foram roubados na cara dura.
O sindicato que é da CUT empurrou goela abaixo um acordo que garante que a empresa demita os trabalhadores com ou sem PDV,
A Volks e o sindicato de Taubaté fizeram uma operação de guerra contra os trabalhadores para reverter o resultado da assembleia no primeiro e no terceiro turno, conseguindo aprovar a proposta.
Em São Bernardo do Campo a empresa convocou a chefia, os mensalistas e os terceirizados para votar pela aprovação do pacote, os trabalhadores da produção vaiaram a proposta do início ao fim.
Os trabalhadores afirmam que a maioria dos votos foi contrária à proposta.
Essa também foi a impressão visual da votação. Porém o sindicato ignorou a visível divisão da assembleia e declarou o acordo aprovado.
Serão terceirizados mais de mil postos de trabalho e mais demissões de trabalhadores com o Plano de Demissões Voluntárias (PDV).
A radio pião anuncia que a Volks quer demitir 3.800 trabalhadores. Além disso, a montadora quer congelar os reajustes salariais o piso e a PLR até 2016.
Volks nunca lucrou tanto
A montadora lucrou em 2011, o recorde de R$ 37,18 bilhões, o dobro de 2010, quando lucrou R$ 16,49 bilhões. Desse lucro a maior parte vem da produção na América Latina, graças à maior exploração dos trabalhadores e a ajuda dos governos, como o governo de Dilma Rousseff, que reduziu o IPI das montadoras e concede empréstimos impagáveis à empresa via BNDES. A Volks, compensa o lucro que perde na Europa, que vive uma grave crise, e manda todo o lucro que ganha superexplorando os trabalhadores brasileiros para a sua matriz na Alemanha. As montadoras enviaram 36% a mais dos lucros pra suas matrizes no exterior em 2011.
Dilma tem de governar para os trabalhadores.
Não da para a Dilma continuar ajudando os patões reduzindo impostos e fazendo empréstimos para empresas que demitem covardemente os trabalhadores. A presidenta Dilma tem que realmente governar para os trabalhadores e garantir nossos empregos e nossas conquistas, tem suspender os empréstimos e a redução de impostos imediatamente, exigindo que as empresas parem de fazer ataques aos trabalhadores brasileiros.
www.pstu.org.br
O sindicato que é da CUT empurrou goela abaixo um acordo que garante que a empresa demita os trabalhadores com ou sem PDV,
A Volks e o sindicato de Taubaté fizeram uma operação de guerra contra os trabalhadores para reverter o resultado da assembleia no primeiro e no terceiro turno, conseguindo aprovar a proposta.
Em São Bernardo do Campo a empresa convocou a chefia, os mensalistas e os terceirizados para votar pela aprovação do pacote, os trabalhadores da produção vaiaram a proposta do início ao fim.
Os trabalhadores afirmam que a maioria dos votos foi contrária à proposta.
Essa também foi a impressão visual da votação. Porém o sindicato ignorou a visível divisão da assembleia e declarou o acordo aprovado.
Serão terceirizados mais de mil postos de trabalho e mais demissões de trabalhadores com o Plano de Demissões Voluntárias (PDV).
A radio pião anuncia que a Volks quer demitir 3.800 trabalhadores. Além disso, a montadora quer congelar os reajustes salariais o piso e a PLR até 2016.
Volks nunca lucrou tanto
A montadora lucrou em 2011, o recorde de R$ 37,18 bilhões, o dobro de 2010, quando lucrou R$ 16,49 bilhões. Desse lucro a maior parte vem da produção na América Latina, graças à maior exploração dos trabalhadores e a ajuda dos governos, como o governo de Dilma Rousseff, que reduziu o IPI das montadoras e concede empréstimos impagáveis à empresa via BNDES. A Volks, compensa o lucro que perde na Europa, que vive uma grave crise, e manda todo o lucro que ganha superexplorando os trabalhadores brasileiros para a sua matriz na Alemanha. As montadoras enviaram 36% a mais dos lucros pra suas matrizes no exterior em 2011.
Dilma tem de governar para os trabalhadores.
Não da para a Dilma continuar ajudando os patões reduzindo impostos e fazendo empréstimos para empresas que demitem covardemente os trabalhadores. A presidenta Dilma tem que realmente governar para os trabalhadores e garantir nossos empregos e nossas conquistas, tem suspender os empréstimos e a redução de impostos imediatamente, exigindo que as empresas parem de fazer ataques aos trabalhadores brasileiros.
www.pstu.org.br
sexta-feira, 30 de março de 2012
Solidariedade Internacional
Carta de solidariedade de um companheiro da Bosch da Alemanha e do Grupo de Coordenação do Conselho dos Trabalhadores nas Indústrias Automobilístico (IAAR), com a luta dos cipeiros da Bosch Campinas.
Sou do grupo de coordenação do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR) e, nele, pessoa de contato no conglomerado Bosch.
Recebi o vosso chamado de solidariedade.
Estou revoltado com o fato de a Bosch atacar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
Se os companheiros de Campinas criticam a falta de segurança no trabalho, fazem-no tendo em conta o interesse da vida e da saúde de todos colegas de trabalho.
A Bosch procura apresentar-se, na Alemanha, como empresa social e justa.
Porém, na realidade, a Bosch é uma fábrica capitalista e reprime trabalhadores que procuram defender-se.
Em 2011, a Bosch reprimiu uma greve em Bangalore, na Índia, com auxílio do Governo do Estado e da Polícia.
Em muitos países, a Bosch colabora com "sindicatos pelegos", impedindo o respeito dos direitos sindicais.
Por isso, devemos cerrar fileiras, para além das fronteiras, lutando pelos nossos direitos.
O chamado de solidariedade foi publicado em nossa homepage do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), sob a rubrica Bosch.
Estou assumindo a iniciativa de divulgá-lo, nas fábricas da Bosch da Alemanha, devendo surgirem, em breve, manifestações de solidariedade.
Deveremos organizar, em Munique, no quadro do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), de 17 a 20 de maio, um foro de discussão sobre a Bosch, visando a intercambiar experiências.
Seria muito bom que um representante da Conlutas pudesse relatar, em Munique, direta e pessoalmente suas experiências com a Bosch.
Michael Weidner trabalhou 31 anos na Bosch de Reutlingen / Tübingen, na função de físico, no departamento de fabricação de componentes eletrônicos.
Na Bosch, foi delegado sindical. Sou do grupo de coordenação do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR) e, nele, pessoa de contato no conglomerado Bosch.
Recebi o vosso chamado de solidariedade.
Estou revoltado com o fato de a Bosch atacar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
Se os companheiros de Campinas criticam a falta de segurança no trabalho, fazem-no tendo em conta o interesse da vida e da saúde de todos colegas de trabalho.
A Bosch procura apresentar-se, na Alemanha, como empresa social e justa.
Porém, na realidade, a Bosch é uma fábrica capitalista e reprime trabalhadores que procuram defender-se.
Em 2011, a Bosch reprimiu uma greve em Bangalore, na Índia, com auxílio do Governo do Estado e da Polícia.
Em muitos países, a Bosch colabora com "sindicatos pelegos", impedindo o respeito dos direitos sindicais.
Por isso, devemos cerrar fileiras, para além das fronteiras, lutando pelos nossos direitos.
O chamado de solidariedade foi publicado em nossa homepage do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), sob a rubrica Bosch.
Estou assumindo a iniciativa de divulgá-lo, nas fábricas da Bosch da Alemanha, devendo surgirem, em breve, manifestações de solidariedade.
Deveremos organizar, em Munique, no quadro do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), de 17 a 20 de maio, um foro de discussão sobre a Bosch, visando a intercambiar experiências.
Seria muito bom que um representante da Conlutas pudesse relatar, em Munique, direta e pessoalmente suas experiências com a Bosch.
Saudações solidárias,
quarta-feira, 28 de março de 2012
Estilhaço
"Os trabalhadores devem se apropriar de toda forma de arte
para suportar a ditadura no chão da fabrica"
"Posso até querer te falar como estou
Mas não vou
Prefiro ficar mudo
E deixar a dor sangrar em mim"
Mas não vou
Prefiro ficar mudo
E deixar a dor sangrar em mim"
me sinto com uma úlcera em cada momento que te vejo numa vida. numa vida em que eu não existo, onde parecem proliferar bolhas brilhantes e estrelas e símbolos ridículos de felicidade, enquanto eu estou aqui miserável, há mais de um, dois, três, quatro, cinco... há mais de não sei quantos anos procurando o atalho mais curto pra apagar você. pra você deixar de ser qualquer realidade possível na vida que deveria ser só minha. e você nem sabe de tudo isso. eu não existo em nenhum verbo seu. eu poderia escrever você por séculos sem você nunca imaginar, quando eu só quero gritar, PORRA! te gritar pra você se refletir e se reencontrar em mim. eu poderia me calar. poderia engolir toda minha úlcera. mas eu não posso te deixar ir assim tão fácil. e é tão difícil ir te deixando ir. eu não sei até onde meu silêncio te permite ir. não sei até onde todos os meus gritos te resgatariam.
Leia mais no Blog; http://hookedonnothing.blogspot.com.br
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