Carta de solidariedade de um companheiro da Bosch da Alemanha e do Grupo de Coordenação do Conselho dos Trabalhadores nas Indústrias Automobilístico (IAAR), com a luta dos cipeiros da Bosch Campinas.
Sou do grupo de coordenação do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR) e, nele, pessoa de contato no conglomerado Bosch.
Recebi o vosso chamado de solidariedade.
Estou revoltado com o fato de a Bosch atacar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
Se os companheiros de Campinas criticam a falta de segurança no trabalho, fazem-no tendo em conta o interesse da vida e da saúde de todos colegas de trabalho.
A Bosch procura apresentar-se, na Alemanha, como empresa social e justa.
Porém, na realidade, a Bosch é uma fábrica capitalista e reprime trabalhadores que procuram defender-se.
Em 2011, a Bosch reprimiu uma greve em Bangalore, na Índia, com auxílio do Governo do Estado e da Polícia.
Em muitos países, a Bosch colabora com "sindicatos pelegos", impedindo o respeito dos direitos sindicais.
Por isso, devemos cerrar fileiras, para além das fronteiras, lutando pelos nossos direitos.
O chamado de solidariedade foi publicado em nossa homepage do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), sob a rubrica Bosch.
Estou assumindo a iniciativa de divulgá-lo, nas fábricas da Bosch da Alemanha, devendo surgirem, em breve, manifestações de solidariedade.
Deveremos organizar, em Munique, no quadro do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), de 17 a 20 de maio, um foro de discussão sobre a Bosch, visando a intercambiar experiências.
Seria muito bom que um representante da Conlutas pudesse relatar, em Munique, direta e pessoalmente suas experiências com a Bosch.
Michael Weidner trabalhou 31 anos na Bosch de Reutlingen / Tübingen, na função de físico, no departamento de fabricação de componentes eletrônicos.
Na Bosch, foi delegado sindical. Sou do grupo de coordenação do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR) e, nele, pessoa de contato no conglomerado Bosch.
Recebi o vosso chamado de solidariedade.
Estou revoltado com o fato de a Bosch atacar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
Se os companheiros de Campinas criticam a falta de segurança no trabalho, fazem-no tendo em conta o interesse da vida e da saúde de todos colegas de trabalho.
A Bosch procura apresentar-se, na Alemanha, como empresa social e justa.
Porém, na realidade, a Bosch é uma fábrica capitalista e reprime trabalhadores que procuram defender-se.
Em 2011, a Bosch reprimiu uma greve em Bangalore, na Índia, com auxílio do Governo do Estado e da Polícia.
Em muitos países, a Bosch colabora com "sindicatos pelegos", impedindo o respeito dos direitos sindicais.
Por isso, devemos cerrar fileiras, para além das fronteiras, lutando pelos nossos direitos.
O chamado de solidariedade foi publicado em nossa homepage do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), sob a rubrica Bosch.
Estou assumindo a iniciativa de divulgá-lo, nas fábricas da Bosch da Alemanha, devendo surgirem, em breve, manifestações de solidariedade.
Deveremos organizar, em Munique, no quadro do Conselho dos Trabalhadores Automobilísticos (IAAR), de 17 a 20 de maio, um foro de discussão sobre a Bosch, visando a intercambiar experiências.
Seria muito bom que um representante da Conlutas pudesse relatar, em Munique, direta e pessoalmente suas experiências com a Bosch.
Saudações solidárias,

